A partir do mês de junho, os clientes que pagarem menos
de 15% da fatura do cartão de crédito e caírem na modalidade rotativa não
regular pagarão menos juros. A decisão foi anunciada nesta semana pelo Conselho
Monetário Nacional (CMN), que é formado pelo Banco Central, Ministério do
Planejamento e Ministério da Fazenda.
Até então, quem pagava menos de 15% da fatura entrava no
chamado rotativo não regular, que tem juros mais altos. Já quem pagava mais de
15% do valor devido, entrava no rotativo regular, com taxas menores. A partir
dessas mudanças, haverá uma única taxa para todos os clientes.
Por decisão do Supremo Tribunal de Justiça (STJ), a
partir de junho, as únicas cobranças extras que os cartões poderão fazer é a
multa de 2% sobre o valor e os juros de mora de 1% ao mês, taxas que já são
cobradas atualmente. Até agora, os bancos cobravam a multa e os juros de mora
mais uma taxa punitiva, sem nenhum padrão, de quem caía no crédito rotativo não
regular.
Desde 2017, o crédito rotativo está limitado a 30 dias.
Após esse prazo, o cliente faz uma nova operação para parcelar a dívida com a
operadora do cartão, regra que continua valendo.
Também por determinação do Conselho Monetário Nacional,
as instituições financeiras terão que implantar uma política de segurança
cibernética. O objetivo é reforçar a segurança das operações, além de prevenir
e combater crimes cibernéticos.
Com informações do blog do Roberto Moreira
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